Dicas para retardar o envelhecimento

setembro 28, 2009 by admin  
Categoria: Saúde | Bem Estar

rejuvenescimento-saude-200A ciência não consegue impedir a velhice, mas se esforça para entender por que algumas pessoas são organicamente mais jovens do que a idade que têm. Em outras palavras, os estudiosos vêm analisando os caminhos que ajudam a atrasar o relógio interno e conservar homens e mulheres saudáveis e jovens por mais tempo. O equilíbrio na alimentação traz benefícios incomensuráveis à nossa saúde física e mental.

Não fumar, malhar sem exageros, dar preferência a alimentos naturais, bem como frutas e verduras organicas (sem pesticidas ou adubos químicos), e utilizar técnicas de relaxamento para combater o estresse são medidas eficientes para reduzir a produção dos radicais livres.

Uma das teorias científicas mais aceitas sobre o processo de envelhecimento é a dos famosos radicais livres, substâncias formadas no próprio organismo a partir das relações metabólicas e que prejudicam o desempenho das células, acelerando sua oxidação e seu desgaste. Porém, os radicais também aparecem como resposta ao estresse da vida moderna, ao excesso de atividade física e às agressões do meio ambiente, como poluição, cigarro, exposição demasiada aos raios ultravioletas do sol e contato com pesticidas pulverizados nas lavouras e aditivos alimentares (conservantes, corantes, estabilizantes, acidulantes e toda a parafernália química utilizada pela indústria alimentícia).

A atividade desses minúsculos agressores de células é contraditória: em pequena quantidade são benéficos, auxiliando no combate a infecções; mas se seu número aumenta muito, a vítima passa a ser o próprio organismo que os gerou. O corpo produz antioxidantes para se defender. No entanto, se a produção dos radicais livres é excessiva ou se as células perderam o vigor de quando a pessoa era mais jovem, o organismo não consegue neutralizar essas substâncias e o resultado é o envelhecimento precoce. A seguir, dicas valiosas para conseguir um equilíbrio e retardar a ação do tempo!

• Consumir diariamente alimentos antioxidantes, ricos em vitamina A (vegetais de cor amarela, leite e derivados na versão light), vitamina E (óleo de sementes, azeitonas, azeite de oliva, óleo de peixe), vitamina C (frutas cítricas, vegetais de folhas escuras) e em minerais como selênio (frutos do mar, grãos, sementes), magnésio (nozes, castanhas, grãos integrais, frutos do mar) e zinco (cereais integrais, castanhas, mariscos, leguminosas).

• Aumentar para cinco porções diárias o consumo de alimentos funcionais ricos em fitoquímicos e antioxidantes, como os carotenóides (tomate, cenoura, abóbora, espinafre, acelga, frutas cítricas, melão, pêssego), flavonóides (soja, cenoura, frutas cítricas, pepino, tomate, pimentão, berinjela, cereja, framboesa, salsa), licopenos (tomate, pimentão, melancia, cenoura, mamão) e taninos (maçã, manjericão, manjerona, sálvia, uva; caju, manga).

• Reduzir o máximo possível o consumo de ítens com alto índice glicêmico (os que contêm açúcar e ou farinha refinados). Isso porque, ao serem metabolizados, estimulam a produção de insulina pelo pâncreas, levando a um aumento na produção de insulina também fazem com que o organismo armazene mais gordura corporal e reduza a queima, favorecendo o aumento de peso.

• Diminuir a ingestão de gordura saturada (de origem animal, como ovos, carnes gordas, leite e laticínios integrais). Prefira sempre as versões lights ou desnatada. Evite também a gordura trans, presente em frituras, margarinas não cremosas, sorvetes, salgadinhos e doces industrializados em geral. Tanto uma quanto a outra, além de estimular a produção de radicais livres, elevam o mau colesterol e podem ocasionar inflamações nas artérias e articulações - o que é uma das causas do aparecimento precoce das doenças crônico-degenerativas, entre elas o mal de Alzheimer, o mal de Parkinson e a artrite reumatóide, sem falar nos problemas cardiovasculares. Escolha alimentos ricos em gordura monoinsaturada, em ômega 3 e ômega 6, como nozes, abacate, azeite de oliva (melhor se for extravirgem), peixes de águas profundas e sementes (ou óleo de sementes, como o de linhaça), que sao saudávis e até ajudam a evitar doenças.

Sintomas da síndrome do “ombro congelado”

setembro 12, 2009 by admin  
Categoria: Saúde | Bem Estar

sindrome-ombro-bursite-200No começo pode ser uma dificuldade de alcançar objetos no alto de uma prateleira ou até na hora de se vestir. Pouca gente nota rapidamente, mas esses são os primeiros sinais da síndrome do “ombro congelado”, mais conhecida como frozen sholder. Segundo o médico ortopedista Vicente Carlos Franco Macedo, “a síndrome está associada a dores no ombro e pescoço e até mesmo na coluna e para o paciente com a síndrome é como se o ombro estivesse realmente congelado, assim, impossibilitando movimentos amplos ou curtos no dia-a-dia”.

Esta enfermidade começa com uma inflamação do ombro,ou seja, uma bursite .À medida que a doença avança o ombro diminui os movimentos, pois a cápsula da articulação diminui de tamanho (capsulite) apertando o osso nela contido.Após um período variável de seis meses a um ano a doença melhora e acontece o descongelamento do ombro. A chave do tratamento consiste em tentar ganhar movimentos nas 2 fases iniciais para não deixar seqüela.

Pessoas mais afetadas pela síndrome

Quem tem diabetes, disfunções na tireóide, até mesmo que apresente níveis altos de triglicérides, deve ficar atento quanto à síndrome. Praticantes de esportes que forçam muito os ombros, como vôlei e tênis, também tendem a sofrer com a doença, mas estudos comprovam que o grupo mais afetado pela síndrome do “ombro congelado”, associada a quedas e mau jeito, são mulheres entre 40 e 50 anos.

O tratamento

O diagnóstico precoce continua sendo a melhor forma de tratamento da doença. Afinal, aquando não diagnosticada e não tratada ela pode restringir movimentos por cerca de seis meses, no mínimo. “A síndrome do “ombro congelado” não dura para sempre, além de medicamentos injetáveis a fisioterapia é indicada na maioria dos casos”, explica o médico.

Para o tratamento da síndrome, um bom profissional deverá prescrever exercícios específicos, assim, fortalecendo os músculos e dissolvendo a tensão causada pela dor. Em alguns casos mais graves pode haver indicação de tratamento cirúrgico. “No geral, os pacientes que seguem o tratamento corretamente, aos poucos retomam a confiança dos movimentos e voltam à prática de suas rotinas habituais”, conclui o médico.

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Bolsas baratas podem prejudicar a saúde

setembro 1, 2009 by admin  
Categoria: Saúde | Bem Estar

bolsas-china-chumbo-200Grandes quantidades de chumbo encontrado nas peças, podem provocar intoxicação e outras doenças.

Seguir as tendências da moda e manter a saúde em dia: esta é uma união perfeita que não combina com o uso das bolsas femininas baratas, tipo fabricadas na China. O especialista em patologia clínica e Coordenador Médico Nacional da Medilar Gestão em Saúde, Dr. Horizonte Sakalauskas Pretel, explica que estes acessórios podem conter altos níveis de chumbo, o que é prejudicial ao organismo.

Em junho deste ano, pesquisadores do Center for Environmental Health de Oakland, Califórnia, EUA, demonstraram que bolsas femininas feitas de couro sintético ou vinil continham altíssimos níveis do componente: 54000 ppm (cerca de 90 vezes o limite de 600 ppm permitido por lei daquele Estado). Ainda presente em vários produtos que usamos diariamente como alguns cosméticos, lacres de garrafas de vinho, brinquedos antigos, artefatos de vidro e porcelana, tintas para telas, nas emissões industriais, a exposição constante ao chumbo pode provocar intoxicação. “Diariamente estamos expostos a pequenas quantidades desse metal, seja através da respiração, da pele ou dos alimentos ingeridos. Apesar do efeito cumulativo, o organismo de pessoas saudáveis consegue excretar pela urina e fezes a maior parte do chumbo ingerido, impedindo que ocorram níveis tóxicos ao longo dos anos. Contudo, se o organismo estiver debilitado, houver desnutrição, má alimentação ou a exposição for aumentada, pode ocorrer intoxicação, o que na maior parte das vezes ocorre de modo insidioso ao longo de vários anos e até décadas”, afirma Dr. Horizonte.

O especialista ainda ressalta os malefícios que o excesso do chumbo pode causar ao organismo humano: “Em adultos, a exposição ao chumbo durante longos períodos de tempo pode causar problemas como dificuldades de memorização, formigamentos e sensação de picadas nos dedos das mãos e pés, alteração urinária, fraturas ósseas, hipertensão arterial, doença cardíaca, entre outros males. Em crianças pode resultar em dificuldades para aprender, dano cerebral e até mesmo comportamento violento na idade adulta”.

Para a escolha correta de uma bolsa, Dr Horizonte dá algumas dicas importantes:

• Procure informações com a Anvisa (www.anvisa.org.br.) ou o INMETRO (www.inmetro.gov.br.) ou até no centro de toxicologia de seu estado (http://www.anvisa.gov.br/toxicologia/centros.htm) para saber, dependendo do tipo de produto, quais são os limites máximos permitidos para a concentração de chumbo.
• Se você for comprar uma bolsa ou carteira compre uma que seja feita de produto natural ao invés de couro sintético ou vinil.
• Se você já possui uma bolsa de couro sintético, pintada em cores amarelas ou derivadas, certifique-se que crianças não brinquem com ela. Recomenda-se também lavar as mãos depois de manuseá-la.
• Peça informações na sua loja de acessórios favorita a respeito de produtos que contenham chumbo e evite comprá-los.

Obs: O Dr. Horizonte gerencia nacionalmente a Medilar em Ribeirão Preto e Campinas (SP) e está à disposição para entrevistas por telefone.

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